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Mais um inefável relatório da OCDE

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A análise feita na imprensa sobre o Reviews of School Resouces. Portugal 2018, o último relatório da OCDE, fornece, mais uma vez, uma subliminar informação desfavorável aos professores, assente nos seguintes tópicos: - Retoma do discurso segundo o qual os professores estão bem pagos (a OCDE foi, há meses, confrontada com a discrepância entre registos estatísticos abstractos e a situação concreta, mas não aproveitou este novo documento para se corrigir, favorecendo, assim, o Governo na corrente disputa com os sindicatos). - Tese segundo a qual directores e professores manipulam as necessidades educativas dos alunos para reduzir o tamanho das turmas (tese que apoia os esforços do Governo para impor políticas prioritariamente centradas na redução dos custos). - Lamento por a descentralização (leia-se municipalização) não ter ido mais longe, designadamente acolhendo a contratação e colocação do pessoal docente e a atribuição aos municípios da responsabilidade por todos os assuntos opera…

Manifestação: Professores lesados nos descontos da Seg.Social! Um por todos, todos por um

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Porque a luta é de uma classe e não de A ou B, junto-me solidariamente a esta causa, porque eu próprio também já fui prejudicado.

A precariedade deve ser abolida!

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Existe uma clara violação de direitos essenciais, ao não contabilizar-se 30 dias de descontos aos docentes, uma vez que não celebram contratos a tempo parcial. Esta ilegalidade tem vindo a lesar milhares de professores, que vêem o seu tempo de trabalho mensal reduzido a uns meros dias de trabalho, após conversão feita arbitrariamente e anarquicamente pelos diretores dos Agrupamentos de Escolas. Cada um desses diretores engenha laboriosamente uma fórmula matemática e muitos deles, tendo chumbado a aritmética, em parceria com os baldas a matemática do IGEFE, aplicam fórmulas matemáticamente erradas, que só contabilizam dias úteis.

Grupo do FB (https://www.facebook.com/groups/123483255179984/)…

Acaba Reunião: "Isto é uma provocação às organizações sindicais e uma afronta aos professores"

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Mário Nogueira, secretário-geral da Federação Nacional de Professores (Fenprof), não podia ser mais directo: "Acabámos de sair da reunião mais absurda que se pode imaginar." Dez sindicatos de professores estiveram reunidos com a secretária de Estado Adjunta e da Educação, Alexandra Leitão, e com a secretária de Estado da Administração e do Emprego Público, Fátima Fonseca, para discutir a recuperação do tempo de serviço da carreira docente que esteve congelado. Não houve acordo. O Governo mantém a proposta de recuperar apenas dois anos, nove meses e 18 dias dos mais de nove anos reivindicados pelos sindicatos.

"O que é que vamos fazer? Querem guerra, guerra terão. Vamos pedir de imediato uma reunião aos grupos parlamentares para levar esta mensagem: o Governo hoje também desrespeitou a Assembleia da República. Vamos pedir também uma nova reunião ao senhor Presidente da República, e vamos reunir os dez sindicatos para definir o plano de lutas que vamos desenvolver durant…

Onde está o S.TO.P? Irá à reunião? Explicando!

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Colegas, temos lido alguns comentários a estranhar a “paragem” do S.TO.P., nomeadamente na convocatória de greves.

ATENÇÃO colegas, não podemos confundir o que S.TO.P gostaria, ou os nossos desejos pessoais, com a realidade em que se encontram as condições atuais da mobilização da classe, após a oportunidade desperdiçada em junho-julho, pela quase totalidade das organizações sindicais.
Já demonstrámos, inequivocamente, que somos um sindicato diferente e que, quando há condições de mobilização, conseguimos FAZER O QUE AINDA NÃO FOI FEITO em defesa da Escola pública.

NO ENTANTO NÃO SE FAZEM OMELETES SEM OVOS…
O S.TO.P. conta, quase exclusivamente, com as capacidades de mobilização da classe docente. Como organização sindical, para já, ainda temos uma logística incomparavelmente inferior aos sindicatos/federações tradicionais (alguns com centenas de funcionários exclusivamente para o trabalho sindical, enquanto o S.TO.P. continua com TODOS os seus dirigentes e ativistas com horá…

Vamos apostar? Não vai dar em nada! "Professores convocados para reunião com o Ministério..."

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Será apenas mais uma reunião e quase que posso garantir que não vai dar em nada...

"Os sindicatos de professores foram convocados pelo Ministério da Educação para uma reunião de negociação da recomposição da carreira, hoje às 18:00. A FNE e a Fenprof vão estar presentes neste encontro, mas desconhece-se ainda qual a posição dos restantes sindicatos.



"O SIPE recorda que esta negociação só é possível por imposição da Assembleia da República, e espera que desta vez se traduza numa negociação séria do prazo e do modo de recuperação do tempo de serviço 'congelado' e que esse tempo de serviço possa, de forma voluntária, ser convertido para aposentação", afirmou o Sindicato Independente dos Professores e Educadores (SIPE), numa nota divulgada ao final do dia de terça-feira.

A convocatória foi enviada para as dez estruturas sindicais que têm negociado a contagem integral do tempo de serviço congelado - os nove anos, quatro meses e dois dias reclamados pelos sindicatos …

A eterna culpa dos professores

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1. Como é sabido, estão previstos mais de 100 milhões de euros no OE 2019 para fornecer manuais escolares gratuitos aos alunos do ensino público. Obviamente que é impróprio falar de manuais gratuitos. São gratuitos para uns, mas pagos por outros (todos os contribuintes, quer tenham ou não filhos ou netos). Em tese, se o Estado obriga a 12 anos de ensino, o Estado devia suportar integralmente o respectivo custo. Mas quantas coisas são, em tese, incumbências constitucionais do Estado e resultam, na realidade, incumpridas, por falta de meios financeiros e por opções políticas erradas? É neste campo que deve ser colocada a apreciação do anunciado fornecimento gratuito dos manuais escolares. Num país onde 1,8 milhões são pobres e 2,4 milhões estão em risco de pobreza, parece-me razoável que, antes de tornarmos universalmente gratuitos alguns serviços do conjunto constitucionalmente protegido, devamos assegurar que todos esses serviços possam ser fruídos, sem custos, pelos que mais precis…

Pagar para trabalhar - Vida de muitos professores! - Por Alexandre Henriques

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Em busca de "migalhas" (entenda-se Tempo de Serviço) que nos faça aumentar a graduação e assim, pouco a pouco, irmos conseguindo "subir na lista" há professores que, literalmente, pagam para trabalhar - E isto é grave...



Leiam a análise assertiva do Alexandre Henriques do Blog ComRegras.  _________________________________________________________________________
Recentemente têm surgido notícias de falta de professores em algumas escolas. Algumas delas estão situadas nos grandes centros populacionais, nomeadamente na zona de Lisboa. Como é sabido, os grandes centros estão envolvidos numa bolha imobiliária que até rebentar condiciona muitos dos que lá querem/precisam habitar. Muitos professores precisam de tempo de serviço e fazem tudo para obter mais uns dias que os ajude a subir na lista de graduação. Lisboa, em virtude da elevada idade dos seus professores, tem vindo a ser uma área onde as vagas vão surgindo com maior regularidade. Apesar de existirem professores…